Notícias

CERTIFICAÇÃO ISO 9001:2008

26/01/2012

É com imensa satisfação que comunicamos que recebemos o nosso certificado de qualidade ISO 9001:2008!

O Laboratório Dirceu Dalpino se preocupa em sempre evoluir no que diz respeito ao atendimento de seus clientes, através da melhoria contínua, visando a sua satisfação de forma a atingir a preferência e confiabilidade.  A Direção analisa dados trimestralmente referentes à satisfação de clientes, conformidade com os requisitos dos processos / serviços, oportunidades de melhoria e ações preventivas, acompanhamento de desempenho dos fornecedores, tratamento das não-conformidades e tomadas de ações corretivas. A análise desses dados proporciona a adequação, eficácia e melhoria contínua do Sistema de Gestão da Qualidade dessa organização.

Ajude-nos com a melhoria contínua! Dê a sua opinião sobre o nosso atendimento e nossos serviços, seja pelo site, e-mail, pessoalmente ou através da nossa caixa de sugestões ao lado do café.

Sua opinião faz toda a diferença.


 

 

 

 

Avanço no tratamento da Hepatite C

20/10/2011

A infecção crônica pelo vírus da Hepatite C (VHC) é um importante problema de saúde pública, com prevalência mundial estimada em 2,2%, ou cerca de 170 milhões de infectados, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Para ter uma idéia de magnitude, a doença é responsável por 70% das hepatites crônicas, 40% dos casos de cirrose hepática em fase terminal e 60% dos casos de câncer de fígado.

Os estudos nacionais que avaliaram a exposição da população ao VHC demonstraram que 1,38% dos brasileiros já tiveram contato prévio com esse vírus. A transmissão ocorre por exposição de qualquer natureza a sangue contaminado, ou de mãe para o filho, durante a gestação e o parto.

É importante ressaltar que os exames para diagnóstico da infecção estão disponíveis há menos de 20 anos, logo, todos os indivíduos que receberam transfusão sanguínea, fizeram hemodiálise ou outros procedimentos hospitalares invasivos antes de 1993 estão sob risco de apresentar a doença.

Procedimentos odontológicos e tatuagens sem o devido cuidado de esterilização de instrumental, e o compartilhamento de agulhas e seringas, materiais de manicure e outros objetos cortantes são também fatores de risco, independentemente da época da exposição.

Nesse contexto, e por ocasião do Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, celebrado em 28 de julho desde 2009, o Ministério da Saúde brasileiro tornou pública uma ótima notícia: a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) licenciou, no último dia 25 de julho, um novo medicamento para o tratamento de hepatite C crônica – o boceprevir.

Trata-se de uma droga capaz de impedir que o vírus se multiplique no organismo da pessoa infectada. A droga foi desenvolvida para ser usada em associação com a atual terapia padrão – baseada em interferon peguilado (Peg-IFN) e ribavirina – para o tratamento de indivíduos infectados pelo subtipo 1 do vírus.

Os resultados dos estudos que validaram o boceprevir demonstraram que a terapia contendo esse medicamento é mais eficaz para a erradicação da infecção, tanto no tratamento inicial quanto em pessoas que já tiveram falha previamente à terapia padrão. Além disso, a adição desse medicamento ao esquema permite períodos mais curtos de tratamento: atualmente, a terapia padrão é feita por 48 semanas; dependendo da velocidade com que cada paciente responder à medicação esse tempo pode ser reduzido para 24 semanas nos que estão sendo tratados pela primeira vez, ou 36 semanas naqueles que têm história de falha prévia.

A proporção de pacientes que passaram a apresentar carga viral negativa para hepatite C com o uso de boceprevir foi praticamente o dobro dos insatisfatórios 40% que conseguem esse sucesso com Peg-IFN e ribavirina.

Estima-se que, no Brasil, 1,5 milhão de pessoas sejam portadoras crônicas do VHC. Entretanto, apenas 12 mil estão em seguimento ou tratamento. Esse dado chama atenção para o grande contingente de portadores que não têm acesso ao diagnóstico. Diante da maior probabilidade de sucesso do tratamento com a nova droga disponível, é preciso um esforço concentrado dos médicos e das pessoas que já se expuseram a risco para detectar as infecções ainda não diagnosticadas.

Entenda o surto da bactéria E.coli que acontece na Europa há várias semanas

28/06/2011

A mídia vem destacando nas últimas semanas as notícias vindas da Europa sobre o surto da bactéria Escherichia coli. O micro-organismo já infectou milhares de pessoas e causou trinta mortes até agora. Este surto é causado por uma variante muito agressiva dessa bactéria.

A Escherichia coli, mais conhecida pela abreviatura E. coli, faz parte da microbiota intestinal de animais e dos seres humanos, ou seja, em geral vive em nosso intestino, sem causar doença. Foi descoberta em 1885 pelo alemão-austríaco Theodor Escherich.

Em alguns casos, a bactéria pode causar doenças. A E. coli é, por exemplo, o agente etiológico da infecção bacteriana mais comum em humanos: a infecção urinária. Um grande grupo de E. coli, designadas diarreiogênicas, causa diarréia e outros quadros clínicos, sendo subdivididas em patotipos - como, por exemplo, as E. coli enterotoxigênicas (ETEC), que são a causa mais freqüente da chamada diarréia do viajante. Outro tipo importante é denominado STEC, ou E. coli produtora de toxina do tipo Shiga. Este tipo de toxina tem efeito importante sobre alguns órgãos, principalmente os rins, pulmões e cérebro. É esse tipo de E. coli que está envolvido no atual surto.

Dados oficiais do European Centre for Disease Control and Prevention sobre o surto atual na Europa indicam quase três mil casos e trinta óbitos. Esse surto traz alguns aspectos novos, como por exemplo, a predominância da ocorrência em mulheres adultas (cerca de 87% dos casos) e a ocorrência de uma variedade (sorotipo) não habitual (O104:H4). A fonte de contaminação, provavelmente sementes germinadas, e o significado destas diferentes características epidemiológicas, ainda precisam ser esclarecidos.

A conduta terapêutica não deve incluir, a princípio, a terapia antimicrobiana, pois a lise bacteriana pode até aumentar a liberação de toxinas. Alguns antibióticos podem ser recomendados em casos selecionados.

Veja algumas dicas práticas para evitar o contágio:

• Evite o consumo de alimentos crus e mal cozidos.
• Evite as saladas. Se não for possível, tenha certeza de que estão bem lavadas e higienizadas.
• Lave bem verduras e legumes e prefira consumi-los bem cozidos.
• Lave bem as mãos regularmente, especialmente após ir ao banheiro ou ao entrar em contato com outras pessoas e animais. O álcool em gel pode ser uma alternativa, sempre que não for possível lavar as mãos.

Este material foi elaborado pelo Fleury, tendo caráter meramente informativo. Não deve ser utilizado para realizar autodiagnóstico ou automedicação. Em caso de dúvidas, consulte seu médico.

Semana do meio ambiente

04/06/2011

Nos dias de hoje, a preocupação das empresas com o meio ambiente aumenta constantemente. O ar está ficando poluído, as águas estão sujas, o solo contaminado, pensando nisso, nós, do Laboratório de Patologia Clínica Dirceu Dalpino, participamos de um programa de gestão ambiental em parceria com a CBC Ambiental, denominado Plano de Saúde Ambiental – GAE.

Por meio deste programa, desde janeiro de 2010, recebemos orientações relacionadas ao correto armazenamento e destinação de resíduos, treinamentos em biossegurança e sistemas de gestão da qualidade, assessoria na escolha e implantação de um sistema de tratamento de efluentes, entre outras medidas ambientalmente corretas.

Com essas atitudes, esperamos contagiar nossos colaboradores e clientes, e fazer com que todos tenham hábitos ambientalmente mais corretos, contribuindo para a conservação dos recursos naturais, deixando para as gerações futuras um planeta mais saudável.

 

Texto por: Eduardo Galeskas

Tire os vilões da sua alimentação

21/02/2011

Você já reparou como o colesterol hoje é perseguido? Do cardiologista ao endocrinologista, do pediatra ao geriatra, parece que todos os médicos, em todas as especialidades, precisam saber como andam os níveis dessa temida substância gordurosa em nosso organismo. Não é para menos. O colesterol está concretamente associado a doenças cardiovasculares
porque, quando em excesso, uma parte dele se deposita nas paredes das artérias, formando placas que um dia, pela presença de um processo inflamatório, podem se romper e levar à obstrução da passagem do sangue, provocando, por exemplo, um infarto do miocárdio, mal que acomete nada menos que 300 mil brasileiros por ano e é uma das principais causas da parada cardíaca.

Então, pode-se supor que, sem colesterol, daria para fazer as pazes com a saúde, especialmente do coração? Nada disso. Em primeiro lugar porque o colesterol tem participação em vários processos orgânicos vitais. “Ele é um componente fundamental das membranas das células e é um substrato para a produção da vitamina D e dos hormônios esteróides, como os hormônios sexuais”, sublinha o médico especialista em Bioquímica Clínica e em Marcadores Cardíacos do Fleury, Rogério Rabelo. Por isso, o organismo possui vários mecanismos para produzi-lo, a partir de unidades básicas provenientes da quebra tanto das gorduras ingeridas quanto das proteínas e dos carboidratos, presentes nas massas e doces, e que podem ser desviadas para sua formação.

Em segundo lugar, tudo depende do caminho que o colesterol trilha depois de ser ingerido ou fabricado pelo fígado. O dr. Rabelo explica que, para que ele possa circular no organismo, é empacotado por proteínas, chamadas lipoproteínas, que o carregam de um lado para outro. As lipoproteínas de baixa densidade (LDL) conduzem principalmente o colesterol produzido no fígado para a corrente sangüínea e podem se depositar na parede das artérias. Ao se oxidar e depositar nas paredes das artérias, formam-se as famosas placas inflamadas, predispondo o indivíduo aos temidos problemas cardiovasculares. Não por acaso, as LDL são chamadas de mau colesterol.

Mas temos também as lipoproteínas de alta densidade (HDL), que fazem o caminho inverso ao das LDL. Elas retiram o colesterol da corrente sangüínea, levando-o de volta para o fígado, o qual se encarrega de seu metabolismo, eliminando-o na bile ou reciclando-o para outros processos internos. As HDL, portanto, representam o bom colesterol, a ponto de sua elevação no sangue estar associada a um menor risco de infarto do miocárdio. Por conta dessa divisão, observa o dr. Rabelo, é que existe a necessidade de conhecer, além da dosagem do colesterol total, o valor dessas frações. “Às vezes, o colesterol total pode estar elevado à custa do HDL-colesterol, o que diminui o risco de doença cardiovascular”, diz.

Cada gordura, um efeito

Existem pessoas que produzem mais colesterol porque herdaram essa característica, mas, de maneira geral, o volume e a qualidade do carregamento das lipoproteínas dependem muito da alimentação. “Quase todos os lipídios que ingerimos acabam se acumulando como reserva no tecido adiposo e são desviados para a produção de colesterol que, quando em excesso, pode sofrer oxidação”, assinala a coordenadora do Serviço de Nutrição do Check-Up Fleury, a nutricionista Claudia Juzwiak. De acordo com a estrutura química das gorduras ingeridas, o efeito sobre a fabricação das lipoproteínas será diferente.

Estudos indicam que o consumo de gordura saturada, encontrada predominantemente nos alimentos animais, leva ao aumento do mau colesterol. “A ingestão desse tipo de gordura é mais importante que a do próprio colesterol na elevação de LDL”, acentua Claudia. Da mesma forma, o excesso de gorduras poliinsaturadas, presentes sobretudo nos óleos vegetais, pode ser prejudicial à saúde. “Embora não afetem negativamente a produção de lipoproteínas, elas podem se oxidar com mais facilidade e, assim, danificar a parede das artérias”, prossegue a nutricionista.

Sinal verde mesmo só recebem as gorduras monoinsaturadas do azeite de oliva, das castanhas e do abacate, por terem menor risco de oxidação, assim como o ômega 3, contido na linhaça e em peixes de água profunda, por inibir a formação de placas nas artérias. De qualquer modo, muitos outros alimentos que compõem uma alimentação equilibrada contribuem
para a redução da oxidação das gorduras, observa Claudia. É o caso das vitaminas C e E, do licopeno, o pigmento vermelho do tomate, da melancia e da goiaba vermelha, e das antocianinas, o pigmento arroxeado da beterraba e do rabanete.

Prato legal

A gordura presente no corpo vem da alimentação e também de uma predisposição genética, para a qual contribui a forma com que uma pessoa é alimentada desde a vida intra-uterina. Se a ingestão excessiva de calorias for muito freqüente nos dois primeiros anos de vida, isso funcionará como um estímulo para a formação de células de gordura, que se comportam com o mesmo apetite dos obesos. “Elas vão se ‘enchendo’ até não poder mais e, então, multiplicam-se”, diz a nutricionista Claudia Juzwiak, doutoranda na Unifesp. Aí, quanto mais células desse naipe, mais o organismo precisará de gordura. Assim, a parcimônia no consumo de alimentos que contêm colesterol, gordura saturada e gordura trans é recomendada desde cedo.

A gordura presente no corpo vem da alimentação e também de uma predisposição genética, para a qual contribui a forma com que uma pessoa é alimentada desde a vida intra-uterina. Se a ingestão excessiva de calorias for muito freqüente nos dois primeiros anos de vida, isso funcionará como um estímulo para a formação de células de gordura, que se comportam com o mesmo apetite dos obesos. “Elas vão se ‘enchendo’ até não poder mais e, então, multiplicam-se”, diz a nutricionista Claudia Juzwiak, doutoranda na Unifesp. Aí, quanto mais células desse naipe, mais o organismo precisará de gordura. Assim, a parcimônia no consumo de alimentos que contêm colesterol, gordura saturada e gordura trans é recomendada desde cedo. Uma boa alternativa é o suco de uva, que igualmente contém substâncias antioxidantes.

Melhor ainda são as fibras, que passam pelo organismo e modulam não apenas a absorção de lipídios, como também a de glicose. “Elas impedem que haja um pico de absorção e, dependendo de seu tipo, ainda colaboram para a excreção do colesterol”, explica a nutricionista, lembrando ainda do comprovado benefício das fibras na prevenção do câncer de cólon de intestino. Para tanto, segundo as novas recomendações do Instituto de Medicina, o homem deve ingerir diariamente 38 gramas de fibras e a mulher, 25 gramas.

Convém avisar que isso não significa passar o dia comendo salada. “Além das hortaliças, outros alimentos contribuem com fibras, como aveia, nozes, frutas e grãos integrais”, enumera Claudia. A dieta do Mediterrâneo, à base de frutas, vegetais, grãos integrais, nozes, iogurte e queijo branco, regada com azeite de oliva e acompanhada de uma taça de vinho, é um bom exemplo desse tipo de alimentação e uma expressão do sabor saudável, quase sem culpa. Não custa lembrar que a ausência de gordura nociva nem sempre é sinônimo imediato de redução calórica, vital para quem quer emagrecer.

Rentabilidade futura

Baixar o mau colesterol ajuda a promover o equilíbrio do corpo, mas não é garantia imediata de aumento do bom colesterol. “Somente a prática de exercícios físicos regulares, da maneira correta, está associada à elevação de HDL”, é categórico o doutor em Medicina do Esporte pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o médico Daniel Gentil, do Check-Up Fitness Fleury. E não é uma corridinha no parque ou o futebol do fim de semana que adiantam, tampouco o fato de ter praticado esporte no passado. “É como em investimento: a rentabilidade passada não garante a rentabilidade futura, ou seja, exercícios realizados no passado não garantem um colesterol bom no futuro”, compara o dr. Gentil.

Segundo ele, os resultados aparecem com a prática de atividade física de três a quatro vezes por semana, em sessões de 30 a 40 minutos. É bom lembrar, no entanto, que os exercícios que mais trazem benefícios na prevenção de doenças cardiovasculares são os aeróbios, como bicicleta, caminhada, corrida e natação. Trabalhar apenas os músculos não é o ideal. O melhor é realizar uma combinação de parte aeróbia, resistência muscular e exercícios de flexibilidade. Antes de tudo, porém, um cuidado indispensável: avaliação médica para conhecer o estado de saúde.

Dá para ver, por aí, que a perda de gordura pede uma associação de dieta saudável, com redução de lipídios, e atividade física regular. De acordo com o dr. Rabelo, mesmo nos casos de tendência genética a ocorrer uma produção maior de colesterol, os medicamentos utilizados no tratamento apresentam um efeito muito melhor quando as estratégias são combinadas. “Está tudo interligado: quando a pessoa adota uma dieta saudável, deixa de ser sedentária e perde peso, o organismo responde favoravelmente, ou seja, o HDL-colesterol sobe e o LDL cai, assim como o nível de triglicérides e a resistência à insulina, que causa o diabetes, outro fator de risco para o infarto”, enumera. Isto é, tudo depende de mudança de estilo de vida.

Escolha o cardápio com o coração

Consuma sem medo:
• Frutas
• Legumes e verduras
• Grãos integrais
• Peixes de água profunda (salmão, atum, arenque e sardinha)
• Azeite de oliva
• Abacate
• Castanhas
• Vinho
• Suco de uva
• Chá verde

Evite:
• Carne vermelha gorda
• Gema de ovo
• Leite e derivados integrais
• Margarinas
• Gordura vegetal hidrogenada
• Frituras
• Creme de leite
• Bolacha recheada
• Embutidos
• Nuggets e salgadinhos congelados

Use com moderação:
• Óleos de girassol, milho e canola
• Leite e derivados desnatados
• Carnes brancas
• Chocolate amargo ou sem gordura hidrogenada

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